
O tempo passou,
A fênix vôou
e tudo mudou.
Será o tempo a vicissitude do nosso espírito? Por que a vida é tão complexa e tão imprevisível? Ou será que a complexividade é relativa e depende do angulo e da perspectiva em que cada ser a olha? O futuro, por mais que não se queira, é sempre projetado em nossa mente. Esse projeto é sempre permeado por esperança e fantasia. Mas o que fazer quando a esperança e a fantasia se apresentam como uma ilusão, um sonho que não deu certo, um delírio? Ikarus foi consumido por uma dessas ilusões. Ele só queria ver a veracidade dos seus desejos, a contemplação da liberdade... Assim como muitos de nós, que sucumbe por não ter coragem de tentar voar.
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